10 de Setembro – São Nicolau de Tolentino

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Frei José Roberto Mason – Fiel cumpridor das exigências da profissão religiosa, ele foi um religioso sacerdote simples, cheio de caridade para com seus irmãos e para com o povo de Deus. Visitava e socorria com grande esmero os doentes e pobres.

São Nicolau, que muitas vezes é apresentado com uma estrela no peito, nasceu em Sant’Angelo in Pontano (Itália) e viveu 30 anos em Toletino.


Ele é o primeiro grande fruto de santidade da Ordem Agostiniana. Em 1256, ano da “Grande União”, tinha 11 anos. Dois ou três anos mais tarde abraçou a vida religiosa.


A austeridade de vida, a oração incessante, a penitência voluntária, a perfeita vida comum, unidas a uma grande caridade e delicadeza para com todos e a uma sincera e profunda sensibilidade pelas misérias materiais e espirituais dos seres humanos, são os traços característicos de sua santidade.


Há séculos é invocado em todo o mundo como taumaturgo por sua eficaz intercessão ante Deus, como protetor das almas do purgatório e como patrono contra a peste e incêndios. Em sua terna devoção à Mãe de Deus têm origem os “pâezinhos de São Nicolau”, abençoados no dia de sua festa.


A iconografia do santo expressa em formas mui variadas muitas destas características. Sua figura esbelta e enxuta, o rosto sorridente e compassivo, o olhar sereno e doce tal como o representam diversas pinturas feitas logo após sua morte, nos revelam sua personalidade levando-nos a sentí-lo como a um irmão que estimula, anima e ajuda a seguí-lo no caminho por ele percorrido.


A família agostiniana vê em São Nicolau um modelo de sua espiritualidade plenamente alcançada. São Nicolau cumpriu, efetivamente, a intenção que a Santa Sé havia proposto ao tomar a decisão de reunir os vários grupos eremitas em uma única Ordem:


“oferecer uma síntese entre contemplação e apostolado, entre a busca de Deus e o compromisso com os problemas humanos, o de conseguir que a vida religiosa se convertesse em fermento de vida cristã para o povo de Deus”.


Eis aqui palavras do escritor Jordão da Saxônia:


“Para os tristes era alegria, consolo para os aflitos, paz para os que se encontravam divididos, repouso para os cansados, ajuda para os pobres, remédio singular para os prisioneiros e enfermos. Sentia tanta compaixão pelos pecadores, que rezava, jejuava, celebrava missas e chorava diante de Deus pelos muitos que se confessavam com ele para que fossem libertados das trevas dos pecados”.


Sua morte foi uma apoteose. Vinte anos depois, em 1325, iniciou-se o processo de canonização. As atas, com o depoimento de 371 testemunhas, foram apresentadas ao papa em 1326, porém a solene canonização teve lugar somente no ano de 1446.


Seus restos repousam no santuário de Tolentino

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