A festa de Corpus Christi teve a inspiração de uma freira agostiniana.

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Waldir Celestino | A festa de Corpus Christi, celebrada sempre numa quinta-feira anterior à festa do Sagrado Coração de Jesus, teve a inspiração de uma freira agostiniana, hoje Santa Juliana de Corneliòn, que devido a uma visão, significou ser a eleita para iniciar na Igreja a solenidade em honra ao Corpo de Cristo.

O vitral de nossa igreja em São Paulo- SP localizado entre os altares de Santa Inês e São José da paróquia de N. S. da Saúde, em São Paulo, Vila Mariana, demonstra a figura de Santa Juliana de Corneliòn, nascida em Retina, pequeno povoado da Bélgica, distante a umas duas léguas da cidade de Liège, no ano de 1192. Tomou o santo hábito religioso no convento das Agostinianas de Corneliòn, situado em Liège, no ano de 1206, e aos dois anos começou o Senhor a favorecê-la e m suas contínuas orações, representando-se em visão a figura da lua clara e iluminada, porém, comuma mancha negra que atravessava e cortava seu disco. Esse fenômeno se repetiu muitas vezes, deixando Juliana angustiada e com incerteza acerca do que poderia o Senhor querer com isso. Até que, achando-se certo dia em fervorosa oração, foi-lhe revelado sobrenaturalmente que a lua daquelas visões representante a Igreja Militante de Cristo e a mancha que cortava seu disco, privando-lhe de seu brilho completo, significava para que o culto externo da Igreja luzisse com todo o seu brilho, faltava a ela uma solenidade festividade: que havia assim chegado o tempo de instituí-la e que fosse celebrada em todo o mundo cristão: que estava escrito nos decretos eternos que a instituição da augusta da Sagrada Eucaristia fosse solenizada, não somente na Quinta-feira Santa, em que a Igreja celebra também outros mistérios, mas em um dia fixo, e por uma solenidade especial. O então bispo da cidade de Liège, Jacques Pantalleon de Trayes foi quem instituiu a festa em sua diocese. Depois, o bispo foi indicado Papa adotando o nome de Urbano IV. Ampliou a comemoração para toda a Igreja Católica, em 11 de agosto de 1264, pela bula Teansiturus de hoc mundo, provando a veracidade de Juliana, a eleita por Deus para quê, mediante sua iniciativa fosse instituída na Igreja a mais grandiosa com que se glorifica na terra ao Deus na Eucaristia, ou seja, a Festa de Corpus Christi, fazendo-se compreender aquilo de que Deus queria se valer, para implantar em Sua Igreja tão excelsa solenidade.

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