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Os agostinianos recoletos celebram “La Chinita” no reencontro com seus devotos

Frei Roberto Mason | A Virgem do Rosário de Chiquinquirá, patrona do Estado Zulia e carinhosamente conhecida como “La Chinita”, celebrada em 18 de novembro, se reencontrou com seus devotos no domingo, 15 de novembro, no pórtico da Basílica de Chiquinquirá, Maracaibo, depois de vários meses sem poder visitá-la no templo mariano devido ao confinamento da pandemia Covid-19. Os devotos, emocionados, venerou sua santa padroeira, buscando consolo entre tantas feridas, expressando amor nesta visita à Mãe de Jesus.

Os fiéis passaram por um longo corredor, sempre respeitando as estritas normas de bioseguridade para venerar, agradecer, pagar promessas, cantar serenatas, suplicar pela saúde de familiares e o término da pandemia, diante da imagem da Virgem Maria. A Rainha Morena foi homenageada com serenatas de seus devotos que manifestaram seu amor com música local pela alegrai do reencontro. 

Entre lágrimas de júbilo, o povo zuliano passou um dia muito especial, em que a Virgem Mãe deu sua benção a “seu povo, gente corajosa, forte, que na vida e na morte ama e luta, canta e chora”, como diz seu hino porque “uma Mãe nunca se esquece de seus filhos e La Chinita nunca se esquece de seu povo”.

As celebrações em 2020 da padroeira de Zulia foram muito emocionantes, apesar do vírus que afeta toda a humanidade. La Santa Maria do Rosário de Chinquiquirá está no coração de seus filhos, e os zulianos, reunidos no dia 18 de novembro na praça em frente à Basílica, celebraram o dia da Chinita, pedindo favores, dando agradecimentos, cantando e orando como é de costume na Terra Amada do Sol, como é conhecido o Estado Zulia, e todos ao ritmo do lema “(Nossa Senhora de) Chiquinquirá cuida com afeto maternal este povo tão maltratado”.

Os agostinianos recoletos estão presentes em 4 ministérios no Estado Zulia: três em Maracaibo (paróquia Santo Onofre, paróquia Nossa Senhora da Consolação e paróquia Santa Rosa) e um em Tamare (paróquia Nossa Senhora de Coromoto, padroeira da Venezuela). Os 4 ministérios sob responsabilidade pastoral e administrativa dos agostinianos recoletos celebrarão La Chinita em sintonia com seus respectivos fiéis e o povo zuliano. Igualmente, os agostinianos recoletos presentes em toda Venezuela celebraram a Mãe de Deus e Mãe Nossa com o título de “La Chinita” com, principalmente, música, orações e Missas.

Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá – La Chinita

Foi em 1709 quando, nas águas do Lago de Maracaibo, chegou boiando uma pequena tábua de madeira fina, e uma mulher que lavava roupas na beira do lago, a viu e a levou para sua casa. No dia seguinte, enquanto cuidava de seu trabalho, a mulher escutou golpes, que pareciam ser de alguém chamando. Quando se aproximou, surpresa de espanto, viu a pequena tábua recolhida no dia anterior brilhar com a imagem da Virgem Maria Santíssima.  Desde então, a Virgem Maria, com o título de Nossa Senhora do Rosário de Chinquiquirá, se tornou a Padroeira do Estado Zulia, sendo venerada com fervente devoção por todo o ocidente da Venezuela, que festeja sua memória todo dia 18 de novembro. Os agostinianos recoletos fazem parte de esta história, passada, presente e futura. E para sempre.

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