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O ser humano é capaz de buscar o seu sentido de vida e realizá-lo plenamente

│Francisco Raniel│No presente dia cinco de setembro os postulantes e formadores da casa de formação Nossa Senhora Aparecida Capelinha (Franca-SP) vivenciaram juntos um intenso momento de formação humana, e de profunda unidade por meio de uma vasta espiritualidade.

Ao raiar do dia, a comunidade religiosa reuniu-se em torno a mesa da palavra e da eucaristia para celebrarem juntos o mistério de Cristo e rezarem a oração das laudes. A parte da manhã foi recheada por um intenso e profundo momento de estudos ministrado pela especialista em Victor Frankl doutora Marina Silveira Freitas, com seu magno conhecimento sobre a teoria e estudos deste nobre homem a doutora se utilizou das horas da manhã de sábado para instruir os postulantes e formadores a que adentrassem com seriedade na vida de um dos escritores mais conhecidos e lidos deste período da historia.

A temática formativa girou em torno do sentido do amor, doutora Marina fez com maestria uma explanação muito completa a cerca do sentido da vida e consequentemente do amor, desde sua significância na teoria de Frankl, até sua aplicabilidade prática e cotidiana, toda essa condução foi feita com muita simpatia e cercada de uma espiritualidade enraizada, ainda que nas estrelinhas, dos conceitos da logoterapia de Frankl e de sua experiência nos campos de concentração.

As indagações em torno do tema surgiram a todo instante; de vinculações e pontes com a filosofia, até conexões com o pensamento agostiniano. O fato é que o tema foi abraçado e muito bem discutido tanto pela doutora que ministrava quanto pelos frades e formandos que compõe a comunidade religiosa.

Dizia doutora Mariana: “Para Frankl o homem só é feliz quando encontra e realiza o seu sentido de vida.” E é fato que tal frase abriu uma vasta argumentação em torno da entrega de vida e da vocação , também é verídico que a discussão, tanto para os formadores que seguem em formação permanente, como para os formandos que fazem seu discernimento foi de máxima contribuição. No período da tarde a médica ressaltou a importância da consciência no processo do encontro de sentido, além de frisar o exercício do silêncio, singularidade, e gratidão, aspectos estes fundamentais no âmbito formativo da comunidade religiosa.

Foi um dia de muita aprendizagem e autoconhecimento, todos desfrutaram imensamente, uma vez que, tal formação humana permitiu que todos pudessem criar e expandir um visão nos aspectos transcendentes em meio a uma realidade líquida, e principalmente relacionada ao tempo de pandemia que todos estamos enfrentando. O homem goza de uma liberdade que o permite buscar a felicidade, dotado desta liberdade ele é capaz de buscar o seu sentido de vida e realizá-lo plenamente.

Para nós agostinianos recoletos que buscamos “viver em uma só alma e coração dirigidos a Deus” poder ter partilhado todo esse conhecimento em comunidade mostrou-nos que, mesmo em meio a torrente de incertezas e medos se temos um “por quê” podemos enfrentar qualquer “como”, além de nos cercar com mais certeza e verdade o sentimento de que há sempre um AMOR que nos acompanha.

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